Suécia: maioridade penal aos 15, população armada e presídios vazios por falta de criminosos

23 de agosto de 2016
  Suécia, o país que todo país deveria ser Recentemente falamos sobre esse país, em que nem parlamentares nem Juízes tem qualquer mordomia. Onde trabalhar para o povo significa trabalhar para o povo e não ser “marajá” e viver como rei sugando o suado dinheiro do trabalhador. Agora vamos falar um pouco mais sobre esse fabuloso país. Falar sobre sua maioridade penal e sobre a liberdade da população em possuir armas para defesa pessoal. A Suécia fechou presídios por falta de prisioneiros. Isso é mesmo verdade. O problema é que a notícia circula geralmente acompanhada de comentários dizendo que se trata de uma vitória do abrandamento de penas e um triunfo de políticas públicas esquerdóides. Seria isso mesmo? Claro que não. O país é um dos recordistas mundiais de porte de arma, com taxa de 31,5%. Só há oito no mundo com taxa de cidadãos armados superior à da Suécia. E mais: adolescentes suecos, a partir dos 15 anos, já podem ser julgados criminalmente como adultos. O porte de armas pela população lá é liberado e cerca de 31% da população tem armas em sua posse, aqui no Brasil são apenas 8% devido às leis restritivas. Quando se fala em liberar o porte de armas e diminuir a idade penal, lá vem os defensores do desarmamento e dos direitos dos manos. Afinal de contas coitadinho de um “di-menor” de 17 anos, ele não sabe o que faz quando pratica um crime, não é ? E a população continua desarmada, só que os bandidos não. Aqui as leis não funcionam, os bandidos se armam, a população continua indefesa e os coitadinhos dos di-menores bandidos continuam em suas sinas criminosas apoiados por leis que protegem bandidos e fazem a população refém do crime. Até quando? Fonte: Revolta Brasil (23/08/2016)

A consideração que deveria vir de todos

23 de agosto de 2016
O título não se refere aos sargentos, nosso atletas amedalhados, mas ao soldado PM Hélio Viana Andrade, de Roraima, que integrava a Força Nacional para dar segurança aos jogos olímpicos no Rio. Ele merece uma moldura de ouro, não por ter errado o caminho e entrado “por engano” em território fora da soberania nacional, dominado por traficantes. Merece moldura de ouro em seu túmulo em Boa Vista por ter sido a vítima, o mártir, de uma sucessão de descalabros legais e políticos que fizeram deste país o santuário de bandidos de todas as espécies. Sua cabeça perfurada a tiros de fuzil sacode as nossas, e nos faz perguntar como chegamos a esse ponto de medo, de submissão imposta à polícia, de descrédito na lei e nas instituições, fazendo com que o medo entre em nossas casas e nos encontre desarmados e desamparados. As manifestações de nossas maiores autoridades são algo que os jornalistas de países civilizados que nos visitam certamente jamais pensaram ouvir. O presidente interino disse que a morte do soldado foi “um acidente lamentável”. Ora, chamar isso de acidente só pode ter sido engano do jurista Michel Temer. Ele deve ter querido dizer “incidente”. Porque acidente, só se o traficante da Vila do João estivesse limpando o fuzil e a arma disparou. E chamar de “lamentável” é usar um adjetivo débil. Sem dúvida foi um incidente trágico, horroroso e desafiador. O presidente também ressalvou “Mas isto(SIC) não deslustra as Olimpíadas(SIC). As Olimpíadas(SIC) estão transcorrendo em um ritmo normalíssimo”. Desculpe, Presidente, mas não é “isto”- é “isso”. E é a Olimpíada, porque as olimpíadas são as 31 se considerarmos as da era moderna. Não deslustra a Olimpíada, Presidente? Claro que deslustra. É um incidente gravíssimo. Só se pode admitir que os jogos transcorrem em “ritmo normalíssimo” reconhecendo que é normal atirar contra a polícia – hoje quase mil policiais são mortos por ano. O país é recordista mundial com quase 60 mil homicídios dolosos por ano – mais de 160 brasileiros mortos por dia por tiros, facadas, pauladas, pedradas, agressões variadas. Normalíssimo! Deve ser normalíssimo para nós, jornalistas, noticiar que a viatura da Força Nacional, ficou sob fogo de fuzil por ter “entrado por engano” na Vila do João. Se eu fosse general de uma força estrangeira a ocupar o Rio de Janeiro, consideraria essa Vila como ponto estratégico crucial para a minha logística, já que domina a junção das duas vias mais importantes do Rio: a Linha Amarela e a Linha Vermelha. No entanto, o domínio é de um santuário do tráfico, como prova o cadáver do Soldado Hélio. A governadora de Roraima reclamou por eu ter lembrado nas redes sociais que ela não foi ao enterro, prestar a última continência ao soldado de ouro de seu estado. O governo alega que ela decretou luto e foi ao velório, mesmo doente. Mas os americanos nos ensinam que para combater o crime, além de leis eficazes, justiça rápida e bons presídios, é preciso que a autoridade civil – presidente,
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