Globo em pele de cordeiro

19 de novembro de 2016
“Eu nunca vi uma ovelha salvando um cão pastor. Portanto, não me interessa quem a ovelha escolhe para salvar, se o lobo ou se o cão. Aprendi, com os anos de polícia, que somente outro cão pode me ajudar nos momentos de perigo. Aprendi também que nem sempre os cães pastores usam fardas e que sempre haverá um a espreita, seja usando um estetoscópio, seja dirigindo uma ambulância, um taxi, ou em qualquer outra função, pronto para fazer o que é correto, mesmo que o correto não seja o mais “fofo”. O importante, portanto, é que mesmo em uma votação ridícula, tendenciosa e “politicamente correta”, havia uma alma de cão pastor corajosa o suficiente para se contrapor ao comportamento padrão esperado em um ambiente fútil e “felpudo” como o do programa. Este cão pastor sem farda, na situação real, com certeza, faria a diferença. O resto serve apenas para alimentar os lobos e produzir lã”.   Mensagem circulando nos Grupos de Whatsapp. Autor Anônimo

Cartilha do DDA

18 de novembro de 2016
Aqui você encontra informações do que é, como funciona e quais as vantagens do serviço DDA. Lembre-se: O serviço DDA é um serviço prestado pelo SEU BANCO, cancelamentos e eventuais dúvidas consulte o seu gerente.  

Incumbiu-me o Sr. Cel. PM Salvador Pettinato Neto, Presidente da Diretoria Executiva da AOPM, de encaminhar a manifestação abaixo, já remetida as autoridades e os integrantes do Grupo CBB, a saber-se:

17 de novembro de 2016
Com surpresa e indignação a Associação dos Oficias da Polícia Militar vem sendo citada em fatos que envolvem ações em desfavor da Caixa Beneficente da Polícia Militar e, particularmente, a Cruz Azul de São Paulo, frente a contribuição de Assistência Médica e Hospitalar. Deixa-se claro que a Diretoria Executiva , os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, não compactuam com qualquer tipo de ação coletiva, em desfavor de nenhuma instituição da Polícia Militar. Não se pode, porém, cercear o direito particular de nossos associados que desejam, individualmente, solicitar o desligamento de qualquer tipo de contribuição para com as nossas Instituições, atitude essa não exclusiva da Associação dos Oficias da Polícia Militar . A própria Justiça Estadual é unânime e pacífica quanto a esse entendimento, inclusive não mais recorrendo das decisões de primeira instância. A Associação dos Oficiais da Polícia Militar lamenta esse fato ocorrido, não aprova posturas coletivas que possam prejudicar nossas Instituições, não comungando com qualquer atitude dessa natureza. Ressalte-se que para os fatos ocorridos as manifestações, de quem quer que seja, devem estar fundamentadas e com conhecimento de causa, fato que infelizmente não ocorreu para o caso específico. Atenciosamente, OSWALDO DA SILVA FILHO DIRETOR JURÍDICO

SOCORRER O POLICIAL OU O TRAFICANTE? CADA SOCIEDADE COLHE OS FRUTOS DAS SUAS ESCOLHAS

17 de novembro de 2016
Nesta manhã, durante o programa “Encontro” da apresentadora Fátima Bernardes, houve um quadro em que os participantes deveriam escolher entre socorrer um policial ferido levemente ou um traficante em estado grave. Quem você escolheria? Pois bem. Dos 08 convidados que responderem esta questão, 07 escolheram socorrer o traficante e apenas 01 optou por auxiliar o policial. Mas que conclusões podemos tirar deste ignóbil resultado? Primeiro, é importante destacar que a Rede Globo, seguindo sua cartilha de contra valores e de ataque aos policiais militares, subliminarmente conduziu os participantes a responderem que socorreriam o traficante afirmando que este estava gravemente ferido e que o policial apresentava ferimentos leves. Afinal, esse era o resultado que a Rede Globo desejava obter. Mas, a despeito do ardil utilizado por aquela odiosa Rede de Televisão, o resultado revela algo ainda mais grave: o desmoronamento moral e a completa inversão de valores da sociedade brasileira contemporânea, especialmente a carioca. A decisão entre socorrer o policial ou traficante é, em última análise, a escolha entre o bem e o mal. O policial militar saí todos os dias da sua casa sem saber se voltará para o seio da sua família, oferecendo sua vida para proteger aqueles que nem mesmo conhece. Enquanto isto, o traficante destrói famílias e, sem qualquer respeito pelos direitos humanos, assassina nossos filhos e filhas. Decidir entre o policial e o traficante é, portanto, decidir entre a vida e a morte, entre a ordem e a barbárie. Mas, ainda assim, a nossa sociedade – representada por aquelas 08 pessoas – escolheu socorrer o traficante e abandonar o policial à sua própria sorte, ou seja, socorrer quem a agride e abandonar quem a protege. Talvez seja melhor acreditar – e é assim que penso – que aquelas 07 pessoas que escolheram socorrer o traficante não representam legitimamente a vontade do povo brasileiro. Ou então seja melhor acreditar que não foram capazes de perceber que estavam sendo sorrateiramente induzidas pela Rede Globo a responderem que socorreriam o traficante. Ou, quem sabe, são pessoas ardilosamente selecionadas pela Rede Globo justamente porque seus perfis indicavam que responderiam como responderam. De todo modo, vale uma observação importante: países de primeiro mundo e com democracias consolidadas valorizam seus policiais, pois sabem que são eles quem os protegem dos traficantes e de outros criminosos que não respeitam a vida e os direitos alheios. Cada sociedade faz suas escolhas e colhe os seus frutos. E você, quem socorreria? O policial ou o traficante? Lembre-se: os frutos da sua decisão serão colhidos por você e por seus filhos! EU ESCOLHO SOCORRER O POLICIAL! Fonte: Capitão Augusto

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