Cobrança – AOPM

29 de dezembro de 2016
Reajuste A partir do dia 1º de Janeiro de 2017, as taxas de serviços terão reajuste de 10% do seu valor, clique aqui para verificar a tabela de taxas.   D.D.A Alguns associados informam o não recebimento dos boletos em suas residências, em sua grande maioria o sócio tem ativo junto a sua conta corrente o Débito Direto Autorizado, conforme informações do Banco Santander, alguns estão ativos neste serviço desde o ano de 2005. Caso não receba seu boleto até o dia 5 de cada mês, por gentileza, entre em contato conosco: Por e-mail: cobranca@aopm.com.br. Por telefone: (11) 2997-8800 Ramais 812 (Ricardo), 813 (Michele) e 859 (Cida). Pelo site: Na aba ASSOCIADO, digite o nº do CPF do titular e o nº de sua cédula social (o mesmo nº de acesso as catracas ), clique no botão 2º via de boleto, depois no botão imprimir boleto, na tela que se abre onde já se vê o boleto clique no botão superior “para imprimir este documento clique aqui’.   WhatsApp Em breve também estaremos atendendo pelo WhatsApp.    

O Brasil tem saída: a de sempre

27 de dezembro de 2016
O tema que trago hoje para vocês é de Fernão Lara Mesquita. Ele é Editor do Caderno Opinião de O Estado de São Paulo. E em relação à atualidade, confirmo: ele foi cirúrgico! Apreciem. O link que colocarei a seguir irá remetê-lo ou remetê-la ao Blog de Fernão Lara Mesquita, que é o Vespeiro. O mesmo tema abordado, foi publicado em O Estado de São Paulo, no dia 20DEZ2016. Também porei o link do Estadão. Após, irei destacar alguns trechos que acho importante frisar a vocês. E podem confiar, pois tem tudo a ver com Segurança Pública. Leiam! O Brasil tem saída: a de sempre. (Blog) O Brasil tem saída: a de sempre. (Estadão) No seguinte trecho: “Tem sido um linchamento. Cada vez que estremece e esboça uma reação, cai com mais fúria a chuva de pauladas sobre o corpo moído da Nação.” Ele abre dizendo que, cada vez que o povo busca entrar na civilização, a velha camarilha de Brasília cai de pau para manter tudo como está. Vejam como ele posiciona bem as coisas em relação ao Poder do Brasil e o Povo. Nada interessa ao povo, só ao como está, ao “stablishment” político, e dos que ganham com a miséria e o atraso do Brasil, os rentistas. “Quem “ganha”, quem “perde” com cada golpe desferido? O dano infligido ao país nunca entra em consideração. O interessado em reformas “é o governo”, não o país. A imprensa não cobre o Brasil; a imprensa cobre a disputa de Brasília pela carniça do Brasil.”  Ataca a imprensa, que faz dos factoides os fatos: “Essa briga só acaba se for “narrada” como o que é. Nesse filme a sequência é que é o fato, não cada factoide tomado isoladamente. A quebra da impunidade dos corruptos arrombou a porta mas a luta pelo poder montou nas costas dela. Doze milhões de empregos morreram quase ignorados.” Mais uma vez o ataque os “stablishment”: “As coisas terão obrigatoriamente de ser arrumadas desse marco para trás ou permaneceremos expulsos do mundo.” E continua: “Não há como escapar. Vai ser preciso mexer no “imexível”. Carros, frotas de jatos, mordomias e “auxílios” obscenos, isenções, acumulações, viagens, super-salários, super-aposentadorias, tudo isso vai ter de sair da conta para que possam voltar a caber nela os salários e aposentadorias sem mais adjetivos dos funcionários que não entraram no serviço público pela janela e mais a saúde e a segurança pública que se requer.” Esse ponto merece uma consideração maior. Aqui ele fala dos servidores de carreira, os concursados que ganham, em regra, um salário de fome, enquanto apaniguados políticos, com seus Cargos de Livre Provimento e nomeados de Estatais ganham os salários pornográficos citados por ele. Em São Paulo um Soldado da PM ganha, em início de Carreira R$2.900,00, um Professor Primário R$1.500,00. Um apaniguado qualquer em uma Estatal abocanha fácil R$80.000,00. Esse Governo assumiu com a promessa de cortar os tais cargos (eram 23.000 no nível federal, lembram?), porém nada foi feito! Até agora avançam sobre o povo e

A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES (O GRANDE GOLPE QUE O GOVERNO QUER REFAZER)”

26 de dezembro de 2016
por Gerhard Erich Boehme (*) (não é militar) No caso específico dos militares, desde os primórdios das Forças Armadas no Brasil, os militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de Montepio Militar. Em 1960, o Governo resolve incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio.Saliente-se aqui que o Governo fez excelente negócio: incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões. Esse pagamento era capitalizado pelas contribuições dos militares que deixavam para suas esposas e filhas os valores de 20 vezes a contribuição no caso de falecimento normal, 25 vezes no caso de falecimento em serviço e 30 vezes no caso de morte em campanha (guerra). Com o advento da constituição de 1988, outro golpe foi aplicado em cima dos militares. É oferecido pelo governo, assim como para os funcionários civis, o pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte. Essa proposta resolvia os problemas das necessidades das famílias enlutadas, mas, em sua estrutura, escondia um ardil contábil: as contribuições dos militares aumentaram desmesuradamente. Em 29 de dezembro de 2000, nova alteração, e claro, mais um golpe. A contribuição aumenta mais (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade – (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média, por mais de cinqüenta (50) anos. Apesar de tudo, o governo, tendo pleno conhecimento de toda essa realidade, não a divulga. A população do País ainda enxerga em cada militar um privilegiado, não raro exposto à execração pública. Onde o privilégio fica difícil de apontar (sem lembrarmos a penca de vicissitudes enfrentadas pelos militares ao longo da carreira) e o fato de que a grande maioria dos países do mundo possui um plano diferenciado de aposentadoria, com alguns privilégios, para os seus militares (no Brasil, a aposentadoria dos militares também é diferenciada: é pior do que a dos funcionários federais civis, que nada mais pagam ao se aposentarem com vencimentos integrais). Materializando essa situação, hoje, é mais ou menos assim: um coronel, após mais de 50 anos de contribuição, (isso acontece em todos os postos ou graduações) contribui com R$ 960,00 mensais e, ao falecer, deixa uma pensão de R$ 8.000,00. Se essa retribuição fosse feita pelo critério anterior, ou seja, de 20 vezes o valor da contribuição, esse valor subiria para R$ 19.200,00. Um valor 120% maior. Em um plano de capitalização particular, durante 50 anos, essa importância seria consideravelmente maior. Na nova reforma em gestação, novas perdas, com certeza, virão. Não temos sindicatos para defender os