Em São Paulo, advogados e ativistas de direitos humanos são presos por serem “suspeitos” de fazer lista de agentes e policiais para serem executados pelo PCC

22 de novembro de 2016
Não é segredo que a Polícia Militar de São Paulo é sistematicamente atacada pelas organizações de direitos humanos daquele Estado, buscando reduzir a intensidade e efetividade de suas ações pela criminalização sistemática dos policiais… Advogados dos “Direitos Humanos” sempre se apresentam rapidamente para atacar de forma midiática e sistemática a corporação e suas ações…Agora, as coisas começam a ficar mais claras… A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo realizam uma operação para prender 42 pessoas que seriam ligadas a uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios paulistas. As informações são do Bom Dia Brasil. Entre os presos está o vice-presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), Luiz Carlos dos Santos. Ele e os outros advogados são suspeitos de movimentar dinheiro do crime organizado em suas contas bancárias e ainda de ajudar a criar uma espécie de banco de dados com os nomes e endereços de agentes penitenciários e de seus parentes para serem mortos quando a facção julgar necessário. Minha solidariedade à Polícia Militar de São Paulo… Que tem que “engolir” essas pessoas há anos sem conseguir ser ouvida…. Papa é Mike Acesse o link completo da matéria: Acesse aqui  Fonte: G1

Reunião da Diretoria Executiva com o Presidente da Assembléia Legislativa, Deputado Fernando Capez.

22 de novembro de 2016
Nesta segunda-feira 21NOV2016, às 15h, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo a Diretoria Executiva da AOPM, na pessoa do seu Presidente Coronel Salvador Pettinato Neto, o Chefe das Assessorias Coronel Ernesto Tasso, Assessores Institucionais Coronel Flammarion Ruiz e Coronel Glauco Silva de Carvalho, Assessor Parlamentar Coronel João Carlos Pelissari e o Diretor de Recursos Humanos Coronel Josias Sampaio Lopes; estando presentes ainda o Presidente do Conselho Deliberativo Coronel Milton Cardoso Ferreira de Souza e o Presidente do Conselho Fiscal Coronel Carlos de Carvalho, acompanhados do Presidente da AME BRASIL – Associação dos Militares Estaduais do Brasil – Coronel Élzio Lourenço Nagalli para uma visita e reunião com o Presidente Deputado Estadual Fernando Capez. A pauta foi a premência da tramitação da PEC 003/2014 que trata da Carreira Jurídica dos Oficiais da Polícia Militar, onde se expôs a importância do tema para a carreira e os ganhos para a sociedade paulista. Diante da sensibilização, o Presidente da Assembleia convidou a AOPM a participar da próxima reunião do Colégio de Líderes em 29NOV2016, onde fará as necessárias exposições para que a referida PEC seja pautada para votação. Registramos o reconhecimento do Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo em relação à Milícia Bandeirante e ao seu lema Lealdade e Constância, o qual fez várias moções elogiosas nesse encontro.            

Nós somos o país que mais mata policiais no mundo. O Brasil vive uma guerra civil do crime e da impunidade que devastam o país.

21 de novembro de 2016
Quantos policiais morrem por ano no Brasil? A cena se repete por todo o Brasil. O cortejo fúnebre chega ao cemitério escoltado por várias viaturas policiais. Muitos outros policiais comparecem fardados, mesmo estando de folga, para poder acompanhar as últimas homenagens a um colega que honrou a promessa de dar a vida pelo Brasil com seu próprio sangue. Durante o velório as palavras de conforto do Capelão militar relembram que aqueles que morrem na amizade com Deus não perecerão em definitivo, mas terão a vida eterna. Após o velório, sempre carregado de emoção e dor, o policial falecido é escoltado pela guarda fúnebre para as honras militares. Primeiro o cortejo para diante da guarda de honra que, perfilada com fuzis, fazem a salva de tiros. Nesse momento o corneteiro toca o “toque de silêncio”, um dos toques de corneta mais tristes que existe, que mais parece um lamento. Em seguida o comandante da guarda de honra comanda, com a espada desembainhada e de cabeça para baixo, “em funeral, apresentar armas”, e todos prestam uma dolorosa continência ao saudoso amigo. Depois, em meio a muita emoção, que agora explode em lágrimas e choro franco, inicia-se a baixa ao túmulo. O Comandante Geral, ou o Comandante do policial, entrega a bandeira do Brasil, símbolo máximo do nosso país e que simboliza cada família e cada cidadão brasileiro, dobrada a um familiar do herói, geralmente a sua mãe. Essa cena se repete, praticamente, todos os dias do ano em algum lugar do Brasil. E, infelizmente, a frequência dessa cena aumenta a cada ano. Geralmente, exceto em honrosas exceções, nenhuma autoridade pública comparece ao enterro além do Comandante e dos colegas. Nenhuma rede de televisão. Nenhuma rádio. Nenhum jornal. Nada. No noticiário televisivo da noite seguem as notícias como se nada de importante tivesse acontecido naquele dia. Como se a família de um herói brasileiro não tivesse, em um instante, ficado, irremediavelmente, menor. No outro dia mais uma esposa, mãe ou filho(a) receberá aquela terrível ligação telefônica, geralmente do Oficial de Dia, do Comandante ou do Capelão militar, informando que, infelizmente, aconteceu uma coisa muito ruim com o seu esposo, pai ou filho, e que em nome da Polícia Militar ele sente muito. Isso acontecerá no outro dia de novo. E no outro e no outro. Com o tempo passamos a nos acostumar com essa rotina. Mas será que isso é normal? Será que em países da Europa ou nos Estados Unidos as coisas são assim? A resposta é simples e direta: Não. O jornalista Alexandre Garcia afirmou, ao vivo durante os programas “Bom dia Brasil” da TV Globo e na rádio CBN, que o Brasil é o país do mundo onde mais se mata policiais. No país morrem, por ano, em média, 490 policiais. Esse número medonho fez correr o vídeo da participação dele no programa, e na rádio, por toda a internet e, finalmente, trouxe à baila um assunto considerado tabu pela elite universitária e jornalística do Brasil: O massacre que os

Globo em pele de cordeiro

19 de novembro de 2016
“Eu nunca vi uma ovelha salvando um cão pastor. Portanto, não me interessa quem a ovelha escolhe para salvar, se o lobo ou se o cão. Aprendi, com os anos de polícia, que somente outro cão pode me ajudar nos momentos de perigo. Aprendi também que nem sempre os cães pastores usam fardas e que sempre haverá um a espreita, seja usando um estetoscópio, seja dirigindo uma ambulância, um taxi, ou em qualquer outra função, pronto para fazer o que é correto, mesmo que o correto não seja o mais “fofo”. O importante, portanto, é que mesmo em uma votação ridícula, tendenciosa e “politicamente correta”, havia uma alma de cão pastor corajosa o suficiente para se contrapor ao comportamento padrão esperado em um ambiente fútil e “felpudo” como o do programa. Este cão pastor sem farda, na situação real, com certeza, faria a diferença. O resto serve apenas para alimentar os lobos e produzir lã”.   Mensagem circulando nos Grupos de Whatsapp. Autor Anônimo
  • sex
    30
    ago
    2019

    Sexta Samba

    21:00+ Informações
  • sáb
    31
    ago
    2019

    Café da manhã e Missa

    09:00