PARTIDO MILITAR BRASILEIRO- Contagem regressiva

31 de outubro de 2016
Nunca tive dúvida que nossa maior força política será através de um partido político próprio, equivalente a força de dezenas de deputados e senadores. Muitos me perguntam porque ainda não terminamos o nosso Partido Militar, a resposta é simples: ainda faltam assinaturas da Ficha de Apoiamento. Nós conseguimos coletar coletar 530.000 fichas, dos quais foram validadas somente 230.000 fichas, faltam portanto 240.000 fichas validadas. As principais causas de anulação das fichas: – assinatura da ficha não conferiu com a do título de eleitor, – nomes abreviados – nomes com letras trocadas (Luiz/Luís) – rasuras – número do título errado – falta de dados. As principais vantagens para nosso Partido Militar: – 2 horas por ano de tempo gratuito de rádio e televisão, em cadeia nacional, estadual e regional, – fundo partidário para que nossos candidatos tenham recurso garantido nas campanhas, – autonomia para lançar candidatos próprios de vereador a presidente, – maior poder de negociação junto ao poder executivo e legislativo, – diversas prerrogativas nas câmaras de vereadores, assembléia legislativa, câmara dos deputados e senado. Para que possamos concorrer em 2018, precisamos terminar a coleta de fichas até outubro de 2017, temos exatamente um ano para isso ou perdemos o partido, já que as fichas tem validade de apenas 2 anos. Temos que coletar uma média de 25.000 fichas por mês em todo Brasil para conseguir terminar o partido a tempo, só no estado de São Paulo, onde temos mais de 150.000 policiais militares da ativa, reserva e pensionistas, já seria o suficiente se cada um assinasse uma única ficha e pegasse mais uma assinatura. Faremos a partir de agora um grande mutirão para que consigamos registrar definitivamente o Partido Militar junto ao TSE. Estamos na “ocorrência pedindo brevidade na rede”, não podemos perder essa oportunidade já que é extremamente importante e estamos muito próximos de conseguir. Como ajudar: entre no site www.partidomilitar.com.br, clique no campo coleta de fichas de apoiamento, lá terá todas as instruções e o modelo da ficha para baixar e imprimir. Reembolsaremos todas as despesas com impressão e correios, só precisamos dessa disposição dos senhores e senhoras para assinar e ajudar coletar com amigos e familiares. Muito obrigado a todos que colaboraram até agora com as fichas, e faço um apelo para que outros junte-se a nós nesse partido revolucionário. Esse pedido vale para todos Policiais e Bombeiros Militares do Brasil.

Em vídeo, PM de SP diz que queixas atingem só 0,003% de sua atuação

31 de outubro de 2016
A Polícia Militar do Estado de São Paulo lançou um vídeo apontando que as reclamações por uso de força excessiva feitas conta a corporação representam apenas 0,003% de todas as interações policiais. Segundo a publicação, as pessoas estão mais sujeitas a serem vítimas de estupro, acidente e até assassinato do que do abuso da polícia. O balanço apresentado pela corporação considera todos os tipos de interação policial, como orientação de trânsito, envolvimento em acidente, denúncia de crime, entre outros. Em 2015, foram mais de 35 milhões interações, que geraram 5.520 reclamações contra a PM. Dessas, 1.113 podem ser relacionadas ao uso excessivo da força.   Acesse a matéria completa e assista o vídeo: AQUI 

MENSAGEM DO COMANDANTE-GERAL de MG, Presidente do CNCG

27 de outubro de 2016
  Prezado Policial militar, Neste momento, quero me dirigir a você para falar sobre alguns temas relevantes. Na condição de Presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (CNCG), na última semana participei de um evento na Europa, onde tive a satisfação e o prazer de filiar as polícias militares do Brasil à FIEP, organização que congrega as Gendarmes e polícias militares da Europa e do Mediterrâneo, além de outras, como as PMs do Chile e da Argentina. Essa viagem, que foi integralmente custeada pelo CNCG e pela FIEP (não recebi nenhuma diária e nenhum outro recurso do Estado) abre as portas para as polícias militares de todo o Brasil às mais modernas tecnologias e metodologias de emprego operacional. Agora, de maneira mais consistente, poderemos enviar policiais militares aos diversos países membros para conhecerem e depois difundirem aos seus pares procedimentos certificados por organismos internacionais e que lá são adotados. É um grande passo para uma Polícia Militar cada vez mais eficiente e reconhecida pela sociedade brasileira. Não obstante, temos aqui grandes desafios a serem vencidos. O País passa por um momento político e econômico muito sensível. Muitos estados brasileiros, inclusive o nosso, vêm enfrentando dificuldades para honrar seus compromissos financeiros com fornecedores e, principalmente, com o funcionalismo público. O parcelamento do salário afeta a todos nós, indistintamente. Além disso, a inflação corrói o nosso poder de compra. No âmbito nacional, enfrentamos e haveremos de enfrentar uma série de ameaças às nossas prerrogativas. Conseguimos, os Comandantes Gerais, por meio do CNCG, ao lado da FENEME (Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais) e dos parlamentares federais militares, alterar o texto original do PLP 257, que previa a proibição de os estados concederem reajustes salariais e realizarem o pagamento de vantagens aos servidores pelo período de 24 meses. Outra batalha haveremos de travar durante a tramitação desse projeto no Senado. Aproxima-se agora a reforma da previdência e precisamos, mais do que nunca, lutar juntos, nessa que será uma das maiores dificuldades a serem enfrentadas. Nossas entidades de classe estão se preparando para reivindicar a garantia de nossos direitos por parte do Estado. Como Comandante-Geral, não fujo às minhas responsabilidades para com todos os senhores e senhoras. Juntamente com o Chefe do Gabinete Militar e o Chefe do Estado Maior, levei pessoalmente ao Governador do Estado minhas preocupações e as do Alto Comando em relação ao parcelamento do salário, à reposição da inflação e ao pagamento do 13º salário. Disse a ele que entendo as limitações do Estado, mas que este também deve estar sensível às dificuldades que enfrentamos. Gostaria de salientar que sou filiado a três entidades de classe e fico feliz ao constatar que elas estão fazendo aquilo que sempre espero que façam na luta pela manutenção de nossas prerrogativas. Apenas espero que ajam de forma ordeira, sem causar prejuízos à sociedade mineira que tanto merece e precisa do melhor de todos nós. Prezado Policial militar, não se deixe levar por pessoas

Policiais Militares Brasileiros marcam presença em reunião de Federação Internacional de Policias de Investidura Militar, na Romênia

27 de outubro de 2016
O Coronel Marco Antonio Badaró BIANCHINI, Presidente do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares e o Coronel Ricardo GAMBARONI, Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, participaram ontem, 12, da reunião da FIEP, associação que reunia, originalmente as forças policiais de investidura militar da França, Itália, Espanha e Portugal (origem do nome da associação) e hoje abrange, como membros associados e observadores, polícias de igual investidura da Europa, Oriente Médio e Américas. O Secretário de estado romeno, Raed Arafat presidiu a reunião do conselho de mestres e diretores sênior da associação. No ano de 2016, a Romênia, por meio da Gendarmerie Romena, esteve à frente da presidência da FIEP. Em 2017 a presidência passará para a polícia de investidura Militar da Jordânia. Na abertura da reunião, o secretário de estado, desejou sucesso ao futuro presidente em mensagem dirigida ao ministro de assuntos internos e a representantes dos 14 membros da associação e demais convidados. Em suas palavras destacou a experiência da instituição estabelecida nos últimos anos, tanto a nível internacional pelo êxito da sua participação em vários teatros de operação sob os auspícios das Nações Unidas, União Européia, OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Fonte: (14/10/2016)