A nação dos zumbis

9 de setembro de 2016
Interessante matéria sobre como gerações de brasileiros são atualmente vítimas de um dos maiores e mais bem-sucedidos processos de lavagem cerebral massiva da História. Vale a pena uma leitura atenta. Basta clicar:     Fonte: Senso Incomum (09/09/2016)

Matéria da Folha cita comparação entre manifestantes e Policiais Militares

7 de setembro de 2016
Interessante matéria da Folha de São Paulo sobre a situação dos manifestantes e dos policiais militares. Vale a pena ler. Basta clicar: www1.folha.uol.com.br/colunas/viniciusmota/2016/09/1810282-dilma-insufla-o-odio-nas-ruas-e-vai-morar-em-ipanema.shtml Fonte: Folha de São Paulo (07/09/2016)

Policiais fazem surpresa para Heitor, que luta contra a leucemia

6 de setembro de 2016
O garoto Heitor Oliveira, de sete anos, que luta a quatro anos luta contra leucemia, teve uma surpresa na manhã de segunda-feira, dia 5, no Hospital de Base de Rio Preto. Policiais militares lhe deram de presente uma farda e o convidaram para participar do Desfile de 7 de Setembro. Há 30 dias, o pai de Heitor, o camelô Juliano Costa, tem mobilizado, por meio de rede social, cerca de 100 mil moradores de Rio Preto a fazer cadastro no banco de doadores de medula óssea. O filho dele precisa do transplante e tem uma chance em 100 mil de que apareça um doador compatível que possa finalmente livrar a criança do câncer. Essa luta pela vida foi publicada em reportagem do Diário, no sexta-feira passada, dia 2. Quem orgizou a surpresa foi o capitão da PM Aderson Nunes, que já teve leucemia e hoje faz campanhas regionais para conseguir novos doadores de medula. “Eu li na reportagem do Diário que o sonho dele é ser policial, então resolvemos fazer essa homenagem ao menino”, diz o oficial. Também parte da comitiva que visitou o menino, a tenente Amália Paci levou Heitor para dar uma volta de viatura e conhecer o helicóptero Águia. “No começo ele ficou bem envergonhado, mas depois ficou emocionado, vestiu a farda e ficou todo orgulhoso. Ele diz que o sonho dele é se curar, virar policial para prender ladrão”, diz a tenente. Por causa do tratamento da doença, o menino alterna sua vida entre uma semana internado no HB e outra em casa. Ele já teve três diagnósticos precoces de cura, mas o câncer ressurgiu todas vezes. Policiais militares tem ido até o centro de captação de doação de medula para fazer o cadastro. O pai fez panfletos e tem distribuído no centro da cidade para incentivar a doação. Como doar Para ser um doador, o primeiro passo é ir ao Hemocentro de Rio Preto para se cadastrar. No local, é retirada uma pequena amostra de sangue e feito o cadastro com os dados pessoais e contatos. O procedimento leva aproximadamente 30 minutos. O doador precisa ter entre 18 e 69 anos. Confira a matéria completa: AQUI Fonte: Diário da Região (06/09/2016)

Não se muda um País com violência

6 de setembro de 2016
Neste domingo (4), uma manifestação que transcorria de maneira ordeira e pacífica, que se iniciou na Avenida Paulista, terminou com lamentáveis e injustificáveis cenas de violência. Em razão do excesso de pessoas, funcionários do Metrô fecharam a estação Faria Lima, mas alguns indivíduos tentaram forçar a entrada. A Polícia Militar foi acionada para garantir a segurança, mas essas pessoas começaram a arremessar pedras e paus nos policiais, havendo a necessidade de adoção de procedimentos de dispersão. Lamentavelmente, algumas pessoas que sequer presenciaram o que ocorreu estão antecipando seus julgamentos para responsabilizar a Polícia Militar pelo início da confusão. A pergunta que se faz obrigatória nesse momento é: qual seria a lógica de se reprimir um ato pacífico, como sugerem alguns? Infelizmente, alguns tentam colocar a Polícia Militar no polo oposto às suas pretensões, como forma de atrair a atenção pública e legitimar suas causas. É importante esclarecer, contudo, que a Polícia Militar é apartidária, isenta e imparcial. Suas ações são técnicas e dependem exclusivamente de motivação legal. Não é a primeira vez que uma suposta tática de protestos tenta chamar a atenção para a sua causa alegando a violência do Estado. Para tentarem alcançar seu objetivo, atacam a Polícia Militar e praticam atos de vandalismo, esperando a obrigatória reação para manipular a divulgação dos fatos de maneira midiática e mostrar apenas a consequência de seus atos e não as causas. Neste domingo, antes mesmo de se iniciar a manifestação, 27 pessoas foram detidas portando instrumentos de uso em atos de vandalismo em protestos. Com essa ação, a Polícia Militar viabilizou a realização de um ato pacífico até o final, o que foi comprometido, infelizmente, em razão da falta de civismo de poucos. A Polícia Militar repudia a tentativa de utilização indevida de sua imagem, pois atua sempre no imparcial objetivo de garantir a ordem, proteger as pessoas e fazer cumprir as leis. Não cabe à polícia avaliar se uma causa é justa ou correta, mas parece lógico que um país melhor não se faz com o emprego de violência e manipulações. Fonte: Comunicação Social PMESP (06/09/2016)
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