O Brasil tem saída: a de sempre

Publicado por Camila Goulart 4 anos atrásNenhum comentário

O tema que trago hoje para vocês é de Fernão Lara Mesquita. Ele é Editor do Caderno Opinião de O Estado de São Paulo. E em relação à atualidade, confirmo: ele foi cirúrgico! Apreciem.

O link que colocarei a seguir irá remetê-lo ou remetê-la ao Blog de Fernão Lara Mesquita, que é o Vespeiro.
O mesmo tema abordado, foi publicado em O Estado de São Paulo, no dia 20DEZ2016. Também porei o link do Estadão.
Após, irei destacar alguns trechos que acho importante frisar a vocês.
E podem confiar, pois tem tudo a ver com Segurança Pública.
Leiam!
No seguinte trecho:

“Tem sido um linchamento. Cada vez que estremece e esboça uma reação, cai com mais fúria a chuva de pauladas sobre o corpo moído da Nação.”

Ele abre dizendo que, cada vez que o povo busca entrar na civilização, a velha camarilha de Brasília cai de pau para manter tudo como está.
Vejam como ele posiciona bem as coisas em relação ao Poder do Brasil e o Povo. Nada interessa ao povo, só ao como está, ao “stablishment” político, e dos que ganham com a miséria e o atraso do Brasil, os rentistas.

“Quem “ganha”, quem “perde” com cada golpe desferido? O dano infligido ao país nunca entra em consideração. O interessado em reformas “é o governo”, não o país. A imprensa não cobre o Brasil; a imprensa cobre a disputa de Brasília pela carniça do Brasil.”

 Ataca a imprensa, que faz dos factoides os fatos:

“Essa briga só acaba se for “narrada” como o que é. Nesse filme a sequência é que é o fato, não cada factoide tomado isoladamente. A quebra da impunidade dos corruptos arrombou a porta mas a luta pelo poder montou nas costas dela. Doze milhões de empregos morreram quase ignorados.”

Mais uma vez o ataque os “stablishment”:

“As coisas terão obrigatoriamente de ser arrumadas desse marco para trás ou permaneceremos expulsos do mundo.”

E continua:

“Não há como escapar. Vai ser preciso mexer no “imexível”. Carros, frotas de jatos, mordomias e “auxílios” obscenos, isenções, acumulações, viagens, super-salários, super-aposentadorias, tudo isso vai ter de sair da conta para que possam voltar a caber nela os salários e aposentadorias sem mais adjetivos dos funcionários que não entraram no serviço público pela janela e mais a saúde e a segurança pública que se requer.”

Esse ponto merece uma consideração maior. Aqui ele fala dos servidores de carreira, os concursados que ganham, em regra, um salário de fome, enquanto apaniguados políticos, com seus Cargos de Livre Provimento e nomeados de Estatais ganham os salários pornográficos citados por ele. Em São Paulo um Soldado da PM ganha, em início de Carreira R$2.900,00, um Professor Primário R$1.500,00. Um apaniguado qualquer em uma Estatal abocanha fácil R$80.000,00.
Esse Governo assumiu com a promessa de cortar os tais cargos (eram 23.000 no nível federal, lembram?), porém nada foi feito! Até agora avançam sobre o povo e os servidores concursados.
Mostra o caminho para a solução:

“O Brasil não tem conserto dentro do que é hoje. Para olhar para a frente é preciso definir um porto de destino. O remédio para a doença que nos aflige é conhecido desde 1776. Chama-se igualdade perante a lei. Não existe outro. Consiste em reestruturar o Estado e a nação segundo o princípio de que tudo que não vale para todo mundo tem de deixar de valer para quem quer que seja.”

Basicamente é isso meus amigos e amigas!
Se não tomarmos as rédeas de nosso destino agora – e não basta apenas tomá-la, mas saber em que direção seguir – iremos acabar num estado de guerra fratricida.
Ao olharem para a Síria, não pensem que aquilo não nos pertence. Ao contrário, poderemos nos tornar uma em um espaço de tempo bem pequeno. Talvez nem tenhamos próximas eleições.
O que tem que ser feito, tem que o ser rapidamente!
Fonte: Cel PM João Carlos Pelissari (Assessor Parlamentar)
Categoria:
  Notícias
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